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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

23 Coisas Que Você Não Deveria Dizer Para Alguém Com Depressão

Apoiar alguém que luta contra a depressão pode ser complicado, e às vezes é tentador se afastar da pessoa em vez de arriscar falar bobagem.

Mas não faça isso. Seus amigos precisam de você mais do que nunca. Só tenha em mente que algumas dessas frases bem-intencionadas podem ter um significado completamente diferente para alguém que sofre de depressão.

1. “Mas você parece tão feliz!”



Você está dizendo que não acredita que estamos deprimidos?

2. “Mas a sua vida é tão boa!”




Talvez a gente tenha perdido o memorando avisando que pessoas com uma vida boa não estão autorizadas a ter depressão.

3. “Você já tentou…?”


E se não, é porque nós não queremos ou talvez porque nós ainda não estamos prontos. Embora agradeçamos o seu conselho, às vezes nós só precisamos de apoio.

4. “É só sair e fazer exercícios ao ar livre — você vai se sentir bem melhor.”



Isso é a mesma coisa que dizer: “Vai correr um pouquinho — suas pernas quebradas vão ficar bem melhores!”

5. “Mas por que você está deprimido?”



É ótimo que você queira entender. O problema é que não existe só um motivo: tem a ver com combinação de genética, biologia, ambiente, experiências sociais e comportamentos adquiridos.

6. “Vamos tomar uma bebida pra você esfriar a cabeça.”




Er… é melhor não tratar nossa doença como um dia difícil no trabalho.

7. “Você não parece deprimido.”



Então… a aparência física das pessoas pode não ter nada a ver com a doença mental com a qual elas estão lidando.

8. “Não se preocupe, você é forte o suficiente para lidar com isso.”





Agradeço pelo apoio, mas ~força de caráter~ não tem nada a ver com recuperação.

9. “Mas eu não faço você feliz?”



Você faz, mas a depressão não é só uma questão de alegria e tristeza; e não queremos que você carregue esse peso.

10. “Você não tem medo de que os remédios te transformem num zumbi?”


Você não tem medo de ser inapropriado ficar perguntando sobre os métodos de tratamento que alguém escolheu?

11. “Você está tomando seus remédios?”



Isso também não é muito delicado.

12. “Você só tem que tentar não pensar nisso.”



Quando foi que isso funcionou para qualquer outra coisa?

13. “Pelo menos você não está tão ruim quanto certas pessoas.”



Como é que é?

14. “Eu sei como é; de vez em quando, eu também fico deprimido.”



A menos que esteja falando sobre sua própria luta contra a depressão, esse é um jeito bem fácil de fazer com que nos sintamos uns inúteis incapazes.

15. “Eu sinto saudades de como as coisas eram antes.”



Você também poderia dizer: “Hoje você é uma porcaria de amigo.” E pode acreditar que nós pensamos muito sobre isso.

16. “Acho que seria bom você se concentrar em fazer exercícios e ter uma boa alimentação.”



Tudo bem, a saúde física pode estar relacionada à saúde mental. Mas se você não é médico, isso não é da sua conta

17. “Você está sendo muito duro consigo mesmo.”



É a depressão que está sendo dura com a gente.

18. “Você precisa se concentrar em fazer coisas que te deixem feliz.”



Uma coisa engraçada na depressão é que as coisas que costumavam me deixar feliz não deixam mais.

19. “Você vai melhorar, é só uma fase.”



Entãooo… é só continuar sofrendo até passar?

20. “Você ainda está com depressão? Mas pensei que já estivesse melhor.”



Existe algum prazo de validade para isso?

21. “Todo mundo tem aqueles dias.”



E muitas pessoas têm “aquela” vida.

22. “A felicidade é uma escolha!”


Que droga! Escolher a felicidade? Por que não pensamos nisso antes?

23. “Eu sei que você conseguirá vencer a doença.”




Tudo bem, nós entendemos o que você quer dizer, mas isso implica que se nós não "vencermos", é porque não estamos lutando o bastante. E não é assim que as coisas funcionam.

FONTE: http://www.buzzfeed.com/

domingo, 25 de outubro de 2015

Mortes Por Depressão Crescem 705% Em 16 Anos No Brasil




Em 16 anos, o número de mortes relacionadas  à  depressão cresceu 705% no Brasil,  segundo dados do sistema de mortalidade do Datasus. Estão incluídos na estatística casos de suicídio e outras mortes motivadas por problemas de saúde decorrentes de episódios depressivos.
Foi a depressão, somada à dependência química, o que provavelmente levou o ator americano Robin Williams , de 63 anos, a se matar, na segunda-feira passada, dia 11. Os dados mostram que, em 1996, 58 pessoas morreram por uma causa associada à depressão no Brasil. Em 2012, último dado disponível, foram 467.
O número total de suicídios também teve aumento significativo no Brasil. Passou de 6.743 para 10.321 no mesmo período, uma média de 28 mortes por dia. As taxas de suicídio são muito superiores às mortes associadas à depressão porque, na maioria dos casos, o atestado de óbito não traz a doença como causa associada.
No Brasil, a faixa etária correspondente à terceira idade é a que reúne as estatísticas mais preocupantes. No caso de mortes relacionadas  à  depressão, os maiores índices estão concentrados em pessoas com mais de 60 anos, com o ápice depois dos 80 anos.
No caso dos suicídios, embora os números absolutos não sejam maiores entre os idosos, a maior taxa de crescimento no período analisado ocorreu entre pessoas com mais de 80 anos. Entre 1996 e 2012, o suicídio cresceu 154% nesta faixa etária.
Incidência de depressão tem aumentado nos grandes centros urbanos
Segundo especialistas, o aumento de suicídios e de mortes associadas  à  depressão está relacionado com dois principais fatores: o aumento das notificações e o crescimento de casos do transtorno.
– Como o assunto é mais discutido hoje, há maior procura por atendimento médico e mais diagnósticos. Mas também está provado, por estudos epidemiológicos, que a incidência da depressão tem aumentado nos últimos anos, principalmente nos grandes centros – disse Miguel Jorge, professor associado de psiquiatria da Unifesp.
Jorge explica que, além do componente genético, que pode predispor algumas pessoas à doença, fatores externos da vida atual, como o estresse e a grande competitividade profissional, podem favorecer o aparecimento da doença.
No caso dos idosos, a chegada de doenças crônicas incuráveis, o luto pela perda de pessoas próximas e a frustração por não poder mais realizar algumas atividades os tornam mais vulneráveis à depressão e ao suicídio.
– Um estilo de vida estressante, o uso de drogas e álcool e a insatisfação em diversas áreas são fatores de risco para a doença. Fazer escolhas pessoais e profissionais que ajudem a controlar esses fatores é uma forma de prevenir a depressão – diz o especialista.

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Atriz do Filme “Matilda” Fala Sobre Como Foi Lidar Com Crises De Depressão E Ansiedade

Mara Wilson, com 27 anos, fala sobre como lidar com crises de depressão e ansiedade durante a adolescência.

Mais conhecida pelos papéis que representou em sua infância, nos filmes “Uma Babá Quase Perfeita” e “Matilda”, Mara Wilson se tornou um ícone para muitas crianças e, por causa de sua influência, decidiu participar de uma campanha educativa organizada pelo Projet UROK, que discute transtornos mentais na adolescência. Em vídeo, a atriz conta como lidou com suas crises de depressão e ansiedade e chega até a ensinar uma técnica que usava para se acalmar através da respiração.
A campanha tem como objetivo ajudar quem enfrenta situações semelhantes e tentar reduzir a taxa de suicídio entre os adolescentes. Em seu depoimento, Mara é apresentada como uma inspiração e mostra como é importante ir atrás de ajuda:

"Eu sempre fui uma criança muito ansiosa. Sofri com ansiedade, tenho transtorno obsessivo compulsivo, tive depressão. Lidei com tudo isso por muito tempo na minha vida. Gostaria que alguém tivesse me dito que estava tudo bem em ser uma pessoa ansiosa, que eu não precisava lutar contra isso."





Obs: O vídeo esta em inglês mas tem a opção de legendas em português.

FONTE: forteen.pop.com.br

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Índice De Transtorno De Ansiedade E Depressão Em SP É Igual A De País Em Guerra

A região metropolitana de São Paulo tem índices de depressão e transtornos de ansiedade semelhantes ao de áreas de guerra como o Líbano e a Síria. Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP e que integra uma base de dados internacional identificou que 19,9% da população sofre de algum transtorno de ansiedade. Já em relação à depressão, os dados mostram que ela atinge 2,2 milhões, ou 11% dos 20 milhões de pessoas que moram na grande São Paulo.

“É preocupante. É uma cidade muito estressada, muito violenta. Acreditamos que o nível de violência tenha relação a ansiedade e a depressão”, disse.Wang Yuan Pang, pesquisador do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo e coordenador da pesquisa São Paulo Megacity, que integra um estudo da Organização Mundial da Saúde realizado concomitantemente em vários países.

Wang afirma que 54% dos entrevistados relataram ter vivido pelo menos um evento violento traumatizante, que pode ir desde ser vítima de um assalto, a presenciar a morte de alguém, ou tentativa de homicídio, ou sofrer estupro.

Além do alto índice, outra preocupação dos pesquisadores é o fato de não haver serviço suficiente para atender a demanda. “ A gente não tem pessoal suficiente para atender esta população” disse. No estudo, os problemas de saúde mental foram divididos em três níveis de acordo com a gravidade. Apenas um terço destes 10% de pessoas na categoria grave - aqueles que tentaram suicídio, apresentaram transtorno bipolar, ou são dependentes químicos com sinais fisiológicos -de fato receberam tratamento.

A taxa de depressão está entre as maiores do mundo. Países da África, menos desenvolvidos que a região metropolitana de São Paulo, têm índices de depressão de 4%, 6%, de acordo com Wang. Mas são os casos mais sérios de transtornos de ansiedade que deixaram os pesquisadores alarmados, aqueles que englobam casos como fobias e até síndrome do pânico.

Só a síndrome do pânico, um grave transtorno de ansiedade, atinge 1,1% da população, ou 220 mil pessoas só na região metropolitana de São Paulo. De acordo com Wang, no entanto, ela é mais percebida do que a depressão, por exemplo, porque é mais difícil de esconder. “Ela é extremamente incapacitante. O indivíduo não consegue sair de casa, pegar o metrô cheio."

O estudo também mapeou os locais onde há mais casos de ansiedade e depressão. Percebeu-se que as áreas periféricas, onde há menos segurança e saneamento - as chamadas áreas de privação social - , são justamente aquelas com menos casos de depressão e transtornos de ansiedade. “Não quer dizer que as pessoas são mais felizes, não é isso. O que acontece é que nessas áreas periféricas há um alto número de migrantes, que se mudam para São Paulo para trabalhar. Quem não está saudável, com boa saúde mental, não aguenta e volta. Nessas áreas os problemas são outros: há muitos casos de alcoolismo e uso de drogas.”


FONTE: em http://saude.ig.com.br/ Por Maria Fernanda Ziegler

segunda-feira, 15 de junho de 2015

História de Superação: Demi Lovato

Ola queridos, como vocês estão?
Por aqui tudo caminhando, graças a Deus. 
Hoje quero lhes contar a história de superação de uma famosa cantora, atriz e compositora norte-americana.
Uma mulher linda que passou por problemas psicológicos seríssimos e manteve uma vida de aparências em frente as câmeras, mas que quebrou o silêncio de seu sofrimento e teve a corajosa atitude de pedir ajuda e dar um basta ao seu sofrimento.
Hoje falaremos de DEMI LOVATO


 Na frente das câmeras, sempre víamos uma Demi Lovato feliz, deslumbrante e um exemplo a ser seguido. Mas quando as luzes se apagavam, Demi enfrentava tantos problemas que chegou ao ponto de não conseguir mais esconder.
 Por isso, no fim do ano passado, ela pediu ajuda e foi internada em uma clínica de reabilitação para tratar problemas como bulimia, anorexia, automutilação e depressão. Em uma entrevista dada ao apresentador Ryan Seacrest e postada no site do E!,  Demi contou tudo pelo o que passou. 
Nós ficamos muito surpresos quando recebemos a notícia que você iria procurar tratamento. O que a levou a essa decisão?
Demi: Havia algumas coisas, fisicamente e emocionalmente, que eu estava fazendo comigo mesma, que eu percebi que não eram saudáveis. Eu provavelmente não continuaria viva se eu continuasse a tratar meu corpo como eu estava tratando. Depois de anos com distúrbios alimentares, depressão, e auto mutilação eu decidi procurar um médico e me tornar uma paciente.
Você estava vivendo uma vida dupla então? Por que, por fora, você era uma menina linda e saudável, mas que por dentro tinha muitos problemas.
Demi: Eu era como o dia e a noite. Em frete das câmeras eu conseguia ficar super ligada, afinal isso faz parte de ser atriz, e com a música, você sobe ao palco e põe tudo para fora, indiferente do que você esteja enfrentando na vida.  Então eu tive que colocar a minha vida pessoal na frente a minha carreira, o que é muito difícil para mim, pois a minha carreira é como eu me conheço.
 Você disse que isso começou há alguns anos, quando foi isso?
Demi: Bem comecei a lidar com a depressão quando eu tinha 7 anos. Eu tinha pensamentos suicidas, o que não é normal para uma criança.
E você descobriu o motivo?
Demi: Sim. Quando eu comecei o tratamento, fui diagnosticada com bipolaridade. E como eu não sabia e não fui medicada por tantos anos, acabou me levando aos problemas mais sérios como anorexia, bulimia e auto mutilação.
Quem sabia?
Demi: Havia algumas pessoas que trabalhavam comigo, minha família e algumas pessoas que notavam um comportamento estranho em mim quando eu me alimentava, pois eu sempre ia ao banheiro depois do jantar e as pessoas percebiam. Eu sempre dizia que não.
Você decidiu de deixar a TV, ir ao médico e falar sobre isso. Por que?
Demi: Eu estava jantando com uma outra atriz noite passada, Britany Snow, e ela é a co fundadora da organização "Love is Louder". Nós estávamos conversando sobre como somos sortudas por termos tido coragem de falar sobre os nossos problemas, pois há pessoas que não falam sobre isso  e você não sabe quantas meninas estão sofrendo desses problemas e que não o enfrentam por causa que é tabu.  As pessoas tem que tomar um lado, e pela visibilidade que eu tenho por causa da música, eu pensei: "Se eu puder ajudar alguém contando os meus problemas, eu farei  isso 100% do meu tempo".
O que você aprendeu sobre você nesse processo?
Demi: É um problema diário e com certeza será um problema que eu terei que lidar para o resto da minha vida.  Eu fico muito frustrada, às vezes, pensando; "Por que eu não podia ter nascido normal?". Mas é assim com vícios. Será uma batalha diária, eu nunca serei prefeita. Mas enquanto eu acordar e tomar meu café da manha pensando que continuarei tendo essa atitude e que eu vou vencer aquele dia, vou conseguir. Não importa quantos pensamentos negativos venham a minha cabeça. Às vezes eu como, uma colherada por vez, pensando: "eu posso fazer isso". Mas eu tenho muito suporte ao meu redor.
Fale das suas tattoos... Elas são dessa sua fase também né?
Demi: Eu tenho um "Stay Strong" no meu pulso e um coração, que os meus fãs tatuaram por cada dia que eu fiquei na reabilitação, quando sai, quis fazer uma igual. Também fiz isso para cobrir algumas cicatrizes que eu tinha, assim eu não iria me lembrar da dor todos os dias. E me ajuda a me lembrar dos meus fãs.

Algumas fotos tiradas pelos paparazzi antes de sua superação mostram suas cicatrizes da auto mutilação.



Tatuagens feitas após sua recuperação:



Fonte: www.capricho.com,br

segunda-feira, 11 de maio de 2015

8 Atitudes Típicas De Pessoas Que Tem Depressão, Mas Não Demonstram

Embora a sociedade atual demonstre, de modo geral, um maior conhecimento sobre a depressão, o que se vê, muitas vezes, é uma compreensão equivocada desta doença e de seus sintomas.
Tratar-se de uma doença marcada por um estigma, nem sempre conseguimos identificar familiares ou pessoas próximas que estejam lutando contra a depressão. Pior ainda: devido às concepções equivocadas sobre os diferentes modos de manifestação da doença, e o tipo de ajuda a ser buscado, muitos indivíduos que sofrem de depressão não recebem o devido diagnóstico.
O resultado disso é que muitos indivíduos convivem com uma depressão mascarada – ou seja, invisível para as pessoas que os cercam, ou mesmo para eles próprios. Além disso, nos casos em que não recebeu o diagnóstico adequado, o indivíduo tenderá a lidar com seus problemas de modo a esconder a depressão, e terá dificuldades para reconhecer os verdadeiros sintomas da doença.
É preciso deixar de lado a concepção de que o sofrimento é sempre visível. Deste modo, será possível compreender melhor e oferecer ajuda aos que lutam contra as doenças não manifestas. Listamos, a seguir, alguns sinais de uma pessoa que talvez sofra de uma depressão mascarada.

1. Ela talvez “não pareça deprimida”


Influenciados por estereótipos culturais e veiculados pela mídia, muitos têm uma imagem equivocada do comportamento e da aparência do indivíduo com depressão. Na visão do senso comum, esta pessoa raramente sai de seu quarto, veste-se com desleixo, e parece estar sempre triste. Porém, nem todos que sofrem de depressão têm o mesmo comportamento.
Claro que os indivíduos são diferentes, assim como variam os sintomas e a capacidade de cada um de lidar com a doença. Muitos conseguem exibir um “verniz” de boa saúde mental – como mecanismo de autoproteção –, mas o fato de serem capazes de fazê-lo não significa que eles sofram menos. Do mesmo modo, as pessoas incapazes de mostrar tal “verniz” não são mais “fracas” que as demais.

2. Ela pode parecer exausta, ou queixar-se de um cansaço constante


Um efeito colateral da depressão é um cansaço permanente. Embora este sintoma não se manifeste em todos que sofrem de depressão, ele é muito comum. Em geral, é um dos piores efeitos colaterais desta doença.
Além disso, se o indivíduo não recebeu o diagnóstico de depressão, a causa deste cansaço pode ser uma incógnita. Mesmo que ele durma um número suficiente de horas à noite, talvez acorde na manhã seguinte como se tivesse dormido pouco. Pior que isso: talvez ele culpe a si mesmo, atribuindo isso à preguiça ou então que algum defeito de sua personalidade esteja causando esta sensação de fraqueza e falta de energia.
Este sintoma também acaba se tornando uma dificuldade para quem recebeu o diagnóstico de depressão, mas tenta ocultá-la dos amigos e colegas. Isso porque esta sensação de cansaço afeta o seu ritmo de trabalho e também os seus relacionamentos pessoais.

3. Ela poderá ficar mais irritadiça


O comportamento de uma pessoa com depressão pode ser interpretado equivocadamente, como melancolia. É muito comum que a pessoa deprimida fique mais irritadiça, e que isso não seja interpretado como um sintoma da doença. Isso é compreensível, já que a depressão não é problema de saúde “visível”, e tampouco pode ser medido com precisão – o que dificulta o combate à doença.
Além disso, o esforço constante exigido do indivíduo para lidar, ao mesmo tempo, com as inúmeras demandas de sua vida cotidiana, e com a depressão, suga suas energias, deixando-o impaciente e incapaz de ter a compreensão exata sobre as coisas.
Se o seu amigo ou conhecido recebe o diagnóstico de depressão, e compartilha esta informação com você, uma dificuldade poderá surgir, caso o comportamento desta pessoa não corresponda à imagem (equivocada) que se tem de uma pessoa com depressão: um indivíduo tímido e calado. A tendência a ter “pavio curto” e a irritar-se com facilidade é, na verdade, um efeito colateral da depressão.

4. Para ela, pode ser difícil corresponder ao afeto e preocupação das pessoas ao redor


A ideia equivocada mais comum em relação à depressão, sugerida nos parágrafos acima, é que ela causa um sentimento de tristeza.
Pelo contrário: muitas vezes, o indivíduo com depressão não sente nada; ou então vive as emoções de modo limitado ou passageiro. Depende de cada caso, mas muitos relatam um sentimento parecido com o “torpor”, e o mais próximo que chegam de uma emoção é uma espécie de tristeza, ou irritação.
Deste modo, o indivíduo terá dificuldade para corresponder de modo adequado a gestos ou palavras afetuosas. Ou então nem se dará ao trabalho de manifestar qualquer reação.
Talvez demonstre uma irritação nada racional: é possível que o cérebro dele tenha dificuldades para processar e corresponder ao seu afeto e carinho.

5. Talvez recuse a participar de atividades de que gostava muito


Uma atípica falta de interesse em participar de atividades – e durante um longo período – pode ser um sinal de depressão. Conforme mencionado acima, esta doença drena a energia do indivíduo tanto no plano físico quanto no mental – o que afeta sua capacidade de sentir prazer com as atividades cotidianas.
Um indivíduo com depressão talvez não se sinta mais atraído por atividades que adorava no passado, pois esta doença acaba dificultando o desfrute de tais atividades, que não satisfazem mais o indivíduo. Se não há nenhum outro sinal visível que possa explicar o interesse cada vez menor do indivíduo por estas atividades, este talvez seja um sintoma de depressão clínica.

6. Talvez passe a ter hábitos alimentares incomuns


O indivíduo deprimido desenvolve hábitos alimentares incomuns por duas razões: como um modo de lidar com a doença, ou como um efeito colateral da ausência do cuidado consigo mesmo. Comer pouco ou em demasia é um sinal comum de depressão. A ingestão excessiva de alimentos é vista como vergonhosa, e neste caso a comida talvez seja a principal fonte de prazer da pessoa com depressão, o que a faz comer além do necessário.
Quando o indivíduo depressivo come pouco, em geral é porque a doença está afetando seu apetite, transformando o ato de comer em algo desagradável. Isso também pode ser uma necessidade subconsciente de controlar algo, já que ele não é capaz de controlar sua depressão. Se a pessoa não recebeu o devido diagnóstico, ou se omitiu diante das pessoas o fato de estar deprimida, elas poderão considerar que os hábitos alimentares “errados” se devem a um defeito de personalidade, e tal “julgamento” fará com que o indivíduo deprimido se sinta ainda pior.

7. Os outros talvez passem a exigir mais de você


Naturalmente, as funções vitais de um indivíduo com depressão não podem ser as mesmas de alguém com boa saúde mental. Haverá coisas que ele não será mais capaz de fazer com a mesma frequência, ou abandonará de vez. Perturbá-lo ou fazer com que ele se envergonhe por causa disso só tende a causar mágoas, em vez de ajudar. Se a depressão é um assunto que ele tem tido dificuldade de abordar, será igualmente difícil para ele lidar com alguém que fique irritado diante de sua incapacidade de agir do mesmo modo que uma pessoa mentalmente sadia.
Por isso, convém sempre ser compreensivo com as pessoas, seja de seu círculo profissional ou do pessoal. Não há como saber se um indivíduo está simplesmente “desacelerando”, ou se está enfrentando um verdadeiro problema de saúde.

8. Ela poderá ter dias ruins, e dias “melhores”


Trata-se de uma doença com altos e baixos. Se o indivíduo sofre de uma depressão mascarada, ou não diagnosticada, pode parecer que suas flutuações de humor são aleatórias, dependendo da regularidade de sua depressão. Para você (e mesmo para ele, no caso de ele não ter recebido um diagnóstico), talvez não haja uma motivação para as alterações de humor, mas esta é simplesmente a maneira como a depressão se manifesta em algumas pessoas.
Se você sabe que o indivíduo sofre de depressão, poderá ter a falsa impressão de que ele, tendo passado por uma sequência de dias “bons”, está definitivamente curado. O fato de ele ter passado um dia melhor do que na véspera pode ser excelente, mas convém que você sempre lhe peça para que ele deixe claro o que consegue ou não fazer, e em que momentos.
Concluir que o indivíduo que sofria de depressão está plenamente recuperado, ou forçá-lo a retomar rapidamente a rotina normal poderá sobrecarregá-lo, e fazer com que ele se “retraia” novamente. Ofereça apoio ao amigo ou parente com depressão, mas deixe que ele tome as decisões necessárias.

FONTE: 
http://thesecret.tv.br/

terça-feira, 7 de abril de 2015

Antidepressivo Natural

Oie queridos, como passaram de pascoa?! 
Por aqui tudo bem graças a Deus, espero que por ai também.
Uma amiga minha, ha alguns dias atras, comentou que viu na internet benefícios ótimos do chá vermelho, dentre eles o antidepressivo.
Como sei que muitos dos panicados sofrem também com a depressão achei legal compartilhar com vocês esta informação.

O chá vermelho é rico em vitamina C, sais minerais e antioxidantes. Ele é conhecido como o exterminador de gorduras.

5 principais benefícios do chá vermelho:

  • Reduz o colesterol
  • Antidepressivo
  • Acelera o metabolismo do fígado
  • Desintoxicante
  • Facilita a digestão

Precauções

O excesso do consumo desse chá pode causar ansiedade, cálculos renais, TPM e insônia. Pessoas com gastrite devem evitar o chá vermelho.

Dica

O chá vermelho pode ser encontrado em forma de cápsulas, chá de saquinho ou solúvel. Procure em lojas de produtos naturais.
 Ainda não tomei o chá vermelho para testar se funciona, se você já tomou nos conte nos comentários se gostou ou não e se realmente notou uma melhora.

OBS: Este chá não substitui o tratamento médico e acompanhamento psicológico, quando necessário.



FONTE: http://www.bolsademulher.com/

segunda-feira, 23 de março de 2015

Teste Para Avaliar Depressão

Oie pessoal,
Hoje trouxe mais um teste, este é para avaliar a depressão.
Para acessar o teste é só clicar AQUI !
Você sera redirecionado ao site do psiquiatra Galeno Alvarenga.