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terça-feira, 28 de junho de 2016

História De Superação: Aos 95 Anos Idosa Vence Depressão e Conclui Pós Graduação

Nem a depressão que enfrentou depois que ficou viúva e a idade impediram a estudante Lindaura Cavalcanti de realizar seu sonho. Isso mesmo, estudante. Aos 95 anos, a determinada idosa concluiu curso de pós-graduação em direito processual na Sociedade Pernambucana de Cultura e Ensino. Ela aprendeu a ler e a escrever muito cedo, aos 4 anos de idade. Fez o curso de farmácia na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), mas queria mesmo era ser advogada
A adorável senhora é a prova de que nada se torna um obstáculo quando se há força de vontade. “Meu pai era farmacêutico e meu irmão mais velho fez direito. Eu fiquei pensando desde criança em fazer direito. Hoje me sinto satisfeita, me sinto feliz”, expressa Lindaura, ao dizer que próximo passo é passar no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 
Símbolo de perseverança, Lindaura é a queridinha da turma. Nem o problema de audição a impediu de dar um jeitinho de estudar mais. A professora Alexa Soares relembra que a idosa sempre procurava os docentes em busca de material para estudar. “Ela mesmo buscava junto aos professores e os professores se disponibilizavam para ajudá-la de toda forma, porque não é todo dia que temos um aluno interessado”, conta.
Com a ajuda da cuidadora Rosilda Nascimento, a idosa é moradora do bairro de Água Fria, Zona Norte do Recife, e ia para aula na Avenida João de Barros, na Boa Vista, área central da capital, de ônibus. Não muito craque nos equipamentos eletrônicos, Lindaura fazia os trabalhos à mão mesmo.
“Para nossa turma, ela é sinônimo de perseverança. É um exemplo a ser seguido. É um exemplo desse que o país precisa”, acredita o colega de turma, Renato Miranda. Completando o aluno, José Melquiades, também estudante, diz que a senhora traz uma reflexão para os jovens. “Esses jovens acomodados que acham que o estudo é a coisa mais difícil do mundo”, conclui.
Lindaura é matriarca de uma família de seis filhos, onze netos e seis bisnetos. A filha, Verônica Arruda, diz que ela é motivo de orgulho. “É uma glória porque mês passado ela teve um acidente e toda família achou que seria muito difícil a recuperação dela. É um milagre”, comemora.

FONTE: http://g1.globo.com/

segunda-feira, 15 de junho de 2015

História de Superação: Demi Lovato

Ola queridos, como vocês estão?
Por aqui tudo caminhando, graças a Deus. 
Hoje quero lhes contar a história de superação de uma famosa cantoraatriz e compositora norte-americana.
Uma mulher linda que passou por problemas psicológicos seríssimos e manteve uma vida de aparências em frente as câmeras, mas que quebrou o silêncio de seu sofrimento e teve a corajosa atitude de pedir ajuda e dar um basta ao seu sofrimento.
Hoje falaremos de DEMI LOVATO


 Na frente das câmeras, sempre víamos uma Demi Lovato feliz, deslumbrante e um exemplo a ser seguido. Mas quando as luzes se apagavam, Demi enfrentava tantos problemas que chegou ao ponto de não conseguir mais esconder.
 Por isso, no fim do ano passado, ela pediu ajuda e foi internada em uma clínica de reabilitação para tratar problemas como bulimia, anorexia, automutilação e depressão. Em uma entrevista dada ao apresentador Ryan Seacrest e postada no site do E!,  Demi contou tudo pelo o que passou. 
Nós ficamos muito surpresos quando recebemos a notícia que você iria procurar tratamento. O que a levou a essa decisão?
Demi: Havia algumas coisas, fisicamente e emocionalmente, que eu estava fazendo comigo mesma, que eu percebi que não eram saudáveis. Eu provavelmente não continuaria viva se eu continuasse a tratar meu corpo como eu estava tratando. Depois de anos com distúrbios alimentares, depressão, e auto mutilação eu decidi procurar um médico e me tornar uma paciente.
Você estava vivendo uma vida dupla então? Por que, por fora, você era uma menina linda e saudável, mas que por dentro tinha muitos problemas.
Demi: Eu era como o dia e a noite. Em frete das câmeras eu conseguia ficar super ligada, afinal isso faz parte de ser atriz, e com a música, você sobe ao palco e põe tudo para fora, indiferente do que você esteja enfrentando na vida.  Então eu tive que colocar a minha vida pessoal na frente a minha carreira, o que é muito difícil para mim, pois a minha carreira é como eu me conheço.
 Você disse que isso começou há alguns anos, quando foi isso?
Demi: Bem comecei a lidar com a depressão quando eu tinha 7 anos. Eu tinha pensamentos suicidas, o que não é normal para uma criança.
E você descobriu o motivo?
Demi: Sim. Quando eu comecei o tratamento, fui diagnosticada com bipolaridade. E como eu não sabia e não fui medicada por tantos anos, acabou me levando aos problemas mais sérios como anorexia, bulimia e auto mutilação.
Quem sabia?
Demi: Havia algumas pessoas que trabalhavam comigo, minha família e algumas pessoas que notavam um comportamento estranho em mim quando eu me alimentava, pois eu sempre ia ao banheiro depois do jantar e as pessoas percebiam. Eu sempre dizia que não.
Você decidiu de deixar a TV, ir ao médico e falar sobre isso. Por que?
Demi: Eu estava jantando com uma outra atriz noite passada, Britany Snow, e ela é a co fundadora da organização "Love is Louder". Nós estávamos conversando sobre como somos sortudas por termos tido coragem de falar sobre os nossos problemas, pois há pessoas que não falam sobre isso  e você não sabe quantas meninas estão sofrendo desses problemas e que não o enfrentam por causa que é tabu.  As pessoas tem que tomar um lado, e pela visibilidade que eu tenho por causa da música, eu pensei: "Se eu puder ajudar alguém contando os meus problemas, eu farei  isso 100% do meu tempo".
O que você aprendeu sobre você nesse processo?
Demi: É um problema diário e com certeza será um problema que eu terei que lidar para o resto da minha vida.  Eu fico muito frustrada, às vezes, pensando; "Por que eu não podia ter nascido normal?". Mas é assim com vícios. Será uma batalha diária, eu nunca serei prefeita. Mas enquanto eu acordar e tomar meu café da manha pensando que continuarei tendo essa atitude e que eu vou vencer aquele dia, vou conseguir. Não importa quantos pensamentos negativos venham a minha cabeça. Às vezes eu como, uma colherada por vez, pensando: "eu posso fazer isso". Mas eu tenho muito suporte ao meu redor.
Fale das suas tattoos... Elas são dessa sua fase também né?
Demi: Eu tenho um "Stay Strong" no meu pulso e um coração, que os meus fãs tatuaram por cada dia que eu fiquei na reabilitação, quando sai, quis fazer uma igual. Também fiz isso para cobrir algumas cicatrizes que eu tinha, assim eu não iria me lembrar da dor todos os dias. E me ajuda a me lembrar dos meus fãs.

Algumas fotos tiradas pelos paparazzi antes de sua superação mostram suas cicatrizes da auto mutilação.



Tatuagens feitas após sua recuperação:



Fonte: www.capricho.com,br